Your browser is out of date.

You are currently using Internet Explorer 7/8/9, which is not supported by our site. For the best experience, please use one of the latest browsers.

Menor Custo de Instalação

por Andrew Freeman, Diretor Executivo

 Baixe este Artigo Técnico

Qual é o custo real de um componente?

Ao procurar f ixadores para aquisição, o projetista geralmente escolhe os componentes mais baratos. No entanto, não é tão simples assim. Essa tem sido uma pergunta abordada pela SPIROL há mais de 50 anos, cuja resposta é: aquele que tem o menor custo de instalação.

Então, como é possível avaliar o menor custo instalado?  O custo de instalação é determinado por diversos fatores e considera todo o custo envolvido na instalação do fixador na montagem. Isto abrange o custo de preparação do furo, o método e facilidade de montagem, os custos de projeto e fabricação de componentes de acoplamento, o custo do fixador, o custo da baixa qualidade (desperdício) e o nível de satisfação geral do cliente final. O maior prejuízo ocorre quando o seu cliente escolhe o produto concorrente.

Custo do Componente

Na maioria dos casos, o elemento de fixação é o componente mais barato da montagem, geralmente representando uma pequena fração do custo total. No entanto, considerando sua função de integrar toda a montagem, o fixador é o elemento mais importante e, sem ele, todas as peças se tornam inúteis

Decisões Baseadas Apenas no Custo do Componente 

Um exemplo de escolha de fixador baseada meramente no preço unitário e seu efeito potencial, é quando se compara os tipos de pinos elásticos, especialmente o Pino Espiral e pinos ISO com fenda – a SPIROL fabrica ambos. Baseada apenas no preço unitário, a decisão seria de utilizar o pino com fenda, uma vez que esse tipo de pino é aproximadamente 20% mais barato do que o Pino Espiral. No entanto, o Pino Espiral oferece importantes vantagens frente ao pino com fenda, facilitando consideravelmente sua instalação, cujo custo acaba sendo mais baixo. Vamos observar os diferentes aspectos. 

  1. Preparação do Furo – a preparação do furo pode ser um processo custoso. Para um pino sólido, são necessárias duas operações, perfuração e alargamento do furo. O uso de um pino elástico elimina o processo de alargamento. Além disso, o Pino Espiral, que pode ser instalado em furos de tolerâncias maiores, gera grande economia em relação a troca de brocas e menos inspeções.

  2. Facilidade de Montagem – os pinos ISO com fenda não são cilíndricos e não apresentam qualquer limite máximo controlado para o diâmetro do chanfro. Dessa forma, o pino pode ser produzido com um chanfro guia de tamanho equivalente ao do furo. Isso gera problemas de inserção e danos no furo. Quando a aplicação demanda um grande volume de pinos, necessitando sistemas de instalação automáticos, os problemas de inserção aumentam os custos de montagem, exigindo um equipamento maior. Além disso, os pinos com fenda se intertravam exigindo custosos métodos para que seja possível garantir uma alimentação a prova de falhas. Os Pinos Espirais têm chanfros controlados e são mais cilíndricos; e por não apresentarem fendas, não intertravam.

  3. Baixa Qualidade – Os danos causados ao furo em decorrência da inserção podem gerar falhas prematuras da unidade ou desperdícios de montagem. O resultado desse dano é uma folga entre o pino e o furo, causando redução da resistência ao cisalhamento. Ou ainda pior, o pino pode simplesmente cair do furo e o conjunto se soltar. Os Pinos Espirais têm chanfros estampados que reduzem os danos no furo e demandam menos pressão durante a instalação.

Estudo de Caso

Apresentamos abaixo um estudo de caso que mostra como as decisões de compra baseadas no preço unitário e não no custo de instalação podem, no final, saírem mais caras. Nessa situação, estamos nos concentrando em fixações para estojos de maquiagem.

Geralmente, na indústria de embalagens para cosméticos, os estojos de maquiagem eram montados com pinos sólidos em suas dobradiças, ou até mesmo cabos metálicos cortados no comprimento certo. Nesse setor da indústria, onde a margem de lucro é baixa e os volumes muito altos, oferecer o produto de melhor preço era um fator determinante. No entanto, com a crescente demanda pela qualidade, e a necessidade de se eliminarem desperdícios e falhas em campo, tanto empresas de injeção como fabricantes de cosméticos começaram a buscar formas mais eficientes de se produzirem dobradiças para estojos de cosméticos.

Normalmente, o projetista criava um desalinhamento entre os furos para proporcionar interferência na dobradiça, devido à demanda das empresas de cosméticos por estojos capazes de manter a tampa aberta sem sacrifício do suave movimento de abertura e fechamento. Os pinos eram instalados nas máquinas de injeção, com o plástico ainda quente para facilitar a montagem, mas à medida que o componente esfria e se retrai, o pino rígido gera pressão contra o plástico. Como resultado, as dobradiças dos estojos rachavam e quebravam. Os níveis de desperdícios eram grandes, não apenas durante o processo de injeção e montagem, mas também durante o uso, resultando em recusa por parte dos clientes. Além disso, havia também um problema de produtividade. A moldagem dos estojos era simples, mas a montagem de pinos tão pequenos representava um grande problema, especialmente por tratar-se de cabos aparados, com rebarbas nas extremidades e de difícil inserção.

Pinos Espirais - Menor Custo de Instalação

Os Pinos Espirais estão rapidamente se tornando o elemento de fixação mais utilizado para componentes plásticos, pois se adapta facilmente aos furos e distribui as tensões uniformemente por todo o componente receptor.

Como o pino tem o formato de uma mola helicoidal ao longo do seu comprimento e possui chanfros estampados, à medida que é inserido, o pino é capaz de compensar pequenos desalinhamentos e variações de diâmetro entre as peças de acoplamento. Devido à pressão radial exercida pelo pino no furo, os furos não precisam mais de um desalinhamento projetado para que haja atrito na dobradiça. Assim, o desperdício é significativamente reduzido. Outro aspecto capaz de gerar redução de custos devido ao uso de Pinos Espirais é a redução do tempo de montagem. Normalmente, os pinos utilizados nessa aplicação possuem diâmetro de até  1,5 mm, e isto por si só já era um problema. Juntando o Pino Espiral ao Equipamento Automático de Instalação Dupla e Horizontal de Pinos, Modelo HC, especificamente desenvolvido pela SPIROL para esta aplicação, a produtividade da empresa também aumenta significativamente.

Model HC

Embora os custos envolvidos no uso de Pinos Espirais sejam mais elevados do que os custos de pinos sólidos ou cabos cortados, as vantagens oferecidas pelo Pino Espiral, como redução do desperdício, agilidade na montagem e maior satisfação do cliente, acabam reduzindo o custo geral do componente.

Esse é o conceito por trás do menor custo de instalação. Esse conceito pode ser aplicado a qualquer processo de montagem, fornecendo aos clientes uma solução para essa complicada questão.

ALGUMA DÚVIDA? Estamos aqui para ajudá-lo!

Tem algum problema de fabricação que não consegue resolver? Nossos especialistas em engenharia adoram desafios. Recomendar soluções eficientes para os requisitos de sua aplicação é o que fazemos melhor. Ligue para nós ou preencha o formulário abaixo para entrar em contato conosco!

+55 19 3936 2701